Estão abertas as inscrições para o FEIRA PRETA CRIA “Novas Vozes, Novas Economias” – Turma São Paulo/SP, uma formação inovadora focada em fortalecer empreendedores negros (pretos e pardos) e indígenas que atuam na Economia Criativa, promovendo sua inserção em um sistema econômico mais equitativo, diverso e sustentável.
Esta edição é uma realização da Feira Preta, através do PROAC-SP, Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas de São Paulo, com patrocínio da Gerdau e Solenis e parceria do SESC. Trinta pessoas empreendedoras da cidade de São Paulo serão selecionadas para participar de uma imersão presencial de cinco dias, com conteúdos voltados ao autoconhecimento, gestão de negócios, gestão financeira, comunicação, marketing, vendas e outros temas essenciais para o desenvolvimento de seus projetos e empresas.
Ao longo da formação, os participantes contarão com o acompanhamento de facilitadores e especialistas, oferecendo orientação prática nos processos de criação, produção, distribuição, consumo e comercialização de produtos e serviços.
Ao final da jornada formativa, os participantes terão a oportunidade de colocar em prática tudo o que aprenderam durante uma edição especial do Feira Preta Pocket no SESC Casa Verde, um espaço de exposição e comercialização onde poderão vender seus produtos e serviços, fazer networking e ampliar a visibilidade de seus negócios.
As inscrições para a edição em São Paulo vão até 04 de junho de 2025, com a divulgação dos selecionados em 06 de junho de 2025. A imersão presencial ocorreu de 10 a 14 de junho de 2025, e o Feira Preta Pocket aconteceu no dia 15 de junho de 2025, na Unidade SESC Casa Verde – Av. Casa Verde, 327 – Jardim São Bento – SP.
Podem participar pessoas negras (pretas e pardas) e indígenas, maiores de 18 anos, com negócios já em atividade e residentes em São Paulo ou região metropolitana, com disponibilidade para participar de todas as atividades presenciais.
O programa reforça o compromisso da Feira Preta de ampliar a presença e o protagonismo de empreendedores negros e indígenas na economia, gerando impacto social, cultural e econômico por meio de formações transformadoras que unem aprendizados técnicos, criativos e de autoconhecimento.