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Cultura afrobrasileira ganha espetáculo contemporâneo

Terreiro Urbano é um espetáculo contemporâneo inspirado nos elementos tradicionais da cultura afrobrasileira, uma composição efêmera, subjetiva e poética, que investiga as manifestações populares dos terreiros, suas movimentações, sonoridades, hábitos, preceitos e fundamentos intrínsecos que fazem parte desta cultura ancestral. Esta obra expressa a história ancestral como fonte de inspiração e, ao mesmo tempo, como identidade cultural que nos põe unidos apontando para a construção de um futuro comum.

Uma criação coletiva do grupo Treme Terra inspirada na mitologia dos orixás, composta por coreografias e músicas que dialogam com este universo e formam fotografias da diáspora africana e suas influências sobre as outras culturas existentes na grande metrópole. A idéia não é representar o terreiro tradicional no palco da forma como ele é feito em seus rituais sacros, mas sim, criar uma releitura desta manifestação, um caleidoscópio da cultura afro-brasileira a partir da mitologia dos orixás, seus cantos e movimentações.

Conheça o Quinteto Abanã
O espetáculo Terreiro Urbano conta com a participação especial do grupo Quinteto Abanã, que enriquece o repertório musical com a presença de cantos líricos e arranjos eruditos que dialogam com a musicalidade rítmica dos tambores do Treme Terra. O espetáculo conta ainda com a participação do MC Gaspar Z’África Brasil, uma das principais referências da cultura hip-hop em São Paulo. Esta fusão de linguagens cria novas sonoridades, composições inéditas e músicas de domínio público resgatados das manifestações populares dos terreiros tradicionais. Este espetáculo está baseado na representação simbólica de um xirê (cerimônia tradicional de saudação e exaltação a todos os orixás, sequência de danças do candomblé, que começa com Exu e finaliza com Oxalá), uma releitura contemporânea deste rito que busca nesse novo olhar, um lugar privilegiado para expressar e comunicar as linguagens corporais e sonoras que dialogam com alguns elementos urbanos.
A direção deste espetáculo é de João Nascimento músico pesquisador da cultura afro-brasileira, a direção coreográfica fica sob a responsabilidade de Firmino Pitanga bailarino, os materiais cênicos são produzidos por Júlio Dojcsar e o figurino de Vana Marcondes e Lígia Nicacio.

Serviço
Dias 21 e 22 de abril, às 20h
Local: Auditório do MASP
Endereço: Av. Paulista, 1578 – Bela Vista – São Paulo (SP)
Informações: (11) 3266-3645/ 3266-3569
Capacidade: 374 lugares
Grátis
Duração: 75 minutos
Classificação indicativa: livre

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Cultura afrobrasileira ganha espetáculo contemporâneo

Terreiro Urbano é um espetáculo contemporâneo inspirado nos elementos tradicionais da cultura afrobrasileira, uma composição efêmera, subjetiva e poética, que investiga as manifestações populares dos terreiros, suas movimentações, sonoridades, hábitos, preceitos e fundamentos intrínsecos que fazem parte desta cultura ancestral. Esta obra expressa a história ancestral como fonte de inspiração e, ao mesmo tempo, como identidade cultural que nos põe unidos apontando para a construção de um futuro comum.

Uma criação coletiva do grupo Treme Terra inspirada na mitologia dos orixás, composta por coreografias e músicas que dialogam com este universo e formam fotografias da diáspora africana e suas influências sobre as outras culturas existentes na grande metrópole. A idéia não é representar o terreiro tradicional no palco da forma como ele é feito em seus rituais sacros, mas sim, criar uma releitura desta manifestação, um caleidoscópio da cultura afro-brasileira a partir da mitologia dos orixás, seus cantos e movimentações.

Conheça o Quinteto Abanã
O espetáculo Terreiro Urbano conta com a participação especial do grupo Quinteto Abanã, que enriquece o repertório musical com a presença de cantos líricos e arranjos eruditos que dialogam com a musicalidade rítmica dos tambores do Treme Terra. O espetáculo conta ainda com a participação do MC Gaspar Z’África Brasil, uma das principais referências da cultura hip-hop em São Paulo. Esta fusão de linguagens cria novas sonoridades, composições inéditas e músicas de domínio público resgatados das manifestações populares dos terreiros tradicionais. Este espetáculo está baseado na representação simbólica de um xirê (cerimônia tradicional de saudação e exaltação a todos os orixás, sequência de danças do candomblé, que começa com Exu e finaliza com Oxalá), uma releitura contemporânea deste rito que busca nesse novo olhar, um lugar privilegiado para expressar e comunicar as linguagens corporais e sonoras que dialogam com alguns elementos urbanos.
A direção deste espetáculo é de João Nascimento músico pesquisador da cultura afro-brasileira, a direção coreográfica fica sob a responsabilidade de Firmino Pitanga bailarino, os materiais cênicos são produzidos por Júlio Dojcsar e o figurino de Vana Marcondes e Lígia Nicacio.

Serviço
Dias 21 e 22 de abril, às 20h
Local: Auditório do MASP
Endereço: Av. Paulista, 1578 – Bela Vista – São Paulo (SP)
Informações: (11) 3266-3645/ 3266-3569
Capacidade: 374 lugares
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Duração: 75 minutos
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